O Brasil, mais uma vez, teve atuação dominante no Campeonato Sul-Americano de Ginástica Rítmica, realizado neste ano em Medelín, na Colômbia. A participação sergipana foi decisiva em todas as categorias para que o país mantivesse tal hegemonia.
Filha da técnica da seleção brasileira de conjunto, Maria Clara Ferezin participou pela primeira vez da competição. Ela competiu na categoria Pré-Infantil AC2 (para ginastas entre 10 e 11 anos) e conquistou seis medalhas. Foram três de ouro e três de prata.
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Maria Clara Ferezin alcançou a prata no individual geral, na somatória de todas as séries. Nas finais por aparelhos, também alcançou o segundo lugar mais alto do pódio na série de mãos livres, com 17.600. A outra prata foi no arco, anotando 19.700. Por muito pouco, ainda não veio o bronze na corda. A diferença para alcançar o pódio foi de apenas 0.200.
As medalhas de ouro vieram com duas no conjunto e uma por equipes (somatória de todas as ginastas do individual).
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Aos 11 anos, Maria Clara Ferezin vem se destacando nos cenários nacional e internacional. Uma das grandes promessas da ginástica rítmica brasileira, ela já é bicampeã brasileira no Pré-Infantil. No currículo, tem também o título de bicampeã sergipana da categoria. Nos Jogos Escolares TV Sergipe, conquistou recentemente o tricampeonato.
Maria Clara Ferezin compete pelo Clube Jardins, comandado pela professora Iracema Alves e um dos mais tradicionais de Aracaju. É monitorada nestde perto também pela mãe, Camila Ferezin, que é técnica da seleção brasileira de conjunto e aproveitou o fim da temporada no adulto para acompanhá-la neste Campeonato Sul-Americano na Colômbia.



