Sem citar nomes, decano do Supremo Tribunal Federal cobra postura de “árbitro equidistante” de quem comanda a Justiça Eleitoral: "Silêncios e hesitações não são neutros”
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03/11/2026
Sem citar nomes, decano do Supremo Tribunal Federal cobra postura de “árbitro equidistante” de quem comanda a Justiça Eleitoral: "Silêncios e hesitações não são neutros”