Sorocaba registrou três casos confirmados de mpox em 2026 e investiga uma suspeita. Não há registro de óbitos no município, segundo a Secretaria da Saúde estadual.
Os pacientes confirmados são dois homens entre 30 a 39 anos e uma mulher entre 20 a 24 anos. Todos apresentaram lesões na pele, febre e dor muscular.
O estado de São Paulo soma 298 casos confirmados da doença em 2026. A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões, mucosas e secreções.
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Sorocaba (SP) tem três confirmados de mpox em 2026, de acordo com dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo (SES-SP). A Secretaria da Saúde do município informou que ainda investiga um caso e outras 16 suspeitas foram descartadas. Não há registros de mortes.
Segundo o painel do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES), dos casos confirmados, dois deles são em homens na faixa entre 30 e 39 anos. A terceira confirmação é em uma mulher, que tem entre 20 e 24 anos.
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Segundo a secretaria municipal, os casos confirmados são importados e os pacientes em questão apenas residem em Sorocaba.
Ainda conforme os dados do NIES, todos os pacientes diagnosticados com a doença no município tiveram, entre os sintomas, lesão na pele, febre e dor muscular.
Em relação às lesões, a maior incidência foi constatada nas regiões genitais, mas também em outras áreas do corpo, como tronco, membros inferiores e palma das mãos.
A secretaria municipal explicou que o monitoramento e isolamento devem ser feitos por 21 dias, até a cura das lesões ou em caso de confirmação de resultado negativo.
Em todo o estado, 298 casos da doença já foram confirmados em 2026. A SES-SP informou que segue fazendo o monitoramento das notificações, exames laboratoriais e rastreamento de contatos para identificar possíveis cadeias de transmissão.
A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. A transmissão ocorre entre pessoas e, principalmente, pelo contato direto com lesões na pele, mucosas e secreções, inclusive durante relações sexuais.
De acordo com a SES-SP, o compartilhamento de objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e itens de uso pessoal também pode transmitir o vírus.
Cuidados
Para frear as infecções, a secretaria orienta evitar contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos, não compartilhar objetos pessoais e higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Pessoas com suspeita da doença devem procurar atendimento de saúde e evitar contato próximo com outras pessoas. Em casos confirmados, é preciso seguir as orientações médicas de isolamento até o término do período de transmissão.
Vacinação
A vacinação contra a mpox é direcionada a grupos prioritários, como pessoas com HIV/Aids, usuários da profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) e profissionais de laboratório com exposição ao vírus.
A SES-SP afirmou que a vacinação estratégica é ampliada gradativamente, conforme a disponibilidade de doses pelo Ministério da Saúde, e a distribuição aos municípios considera a população elegível e o cenário epidemiológico de cada região.
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